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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Transporte aéreo cresce 20,2% no doméstico e 21% no internacional em maio

Pelo 12º mês consecutivo, a demanda pelo transporte aéreo registra crescimento nas rotas domésticas. Em maio de 2010, o aumento foi de 20,2% comparado a maio de 2009 – o último mês em que houve queda de demanda. Já nas rotas internacionais realizadas pelas empresas brasileiras, o crescimento foi de 21,03% comparado ao mesmo mês do ano passado. De janeiro a maio de 2010, as companhias aéreas brasileiras acumulam crescimento de 29,86% no mercado nacional e 11,69% no internacional. Os Dados Comparativos Avançados foram publicados nesta segunda-feira pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e estão disponíveis na página da Agência na Internet (http://www.anac.gov.br/dadosComparativos/).

Com crescimento de 9,39% em maio, a TAM manteve a liderança de mercado, alcançando 40,88% de participação no segmento doméstico. Os números da TAM ainda não consideram a participação de 0,16% da Pantanal, adquirida pela empresa mas ainda com funcionamento jurídico independente. Em seguida está a Gol/Varig, com 40,18% de participação e crescimento de 14,89% no mês passado.

As empresas de menor porte continuam conquistando mercado e já respondem por 18,78% da demanda doméstica. A Webjet é a terceira maior companhia brasileira, com 6,26% de participação, após ter crescido 88,29% com relação a maio de 2009. Em quarto lugar aparece a Azul, que detém 5,93% do mercado e também registrou elevação expressiva da demanda, de 71,25%. A Avianca (nova marca da OceanAir) cresceu 32,16% e chegou a 3,17% de participação, seguida pela Trip, que registrou crescimento de 129,95% e que responde por 2,53% do mercado brasileiro.

A ocupação nos voos domésticos também aumentou, de 59,19% em maio de 2009 para 60,31% em maio deste ano.

Internacional

As duas maiores empresas brasileiras que voam para o exterior também registraram melhora na demanda, de 22,48% na TAM – com 87,93% de participação – e de 11,51% na Gol/Varig, mesmo com oferta de assentos cerca de 5% menor do que no ano passado. A Gol/Varig ocupa 12,07% deste mercado. A ocupação das empresas brasileiras no segmento internacional atingiu 74,20%, um avanço expressivo com relação a maio de 2009, quando foi de 62,36%.

fonte:http://www.jornaldeturismo.com.br/noticias/destaques/33545-transporte-aereo-cresce-202-no-domestico-e-21-no-internacional-em-maio.html

Ismailon Moraes

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Comissão no Senado analisa necessidades de formação para transporte aéreo

Desafios, necessidades e perspectivas da formação e capacitação de recursos humanos nas áreas de transportes aéreos e aquáticos - este é o tema do debate desta segunda-feira (31) da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado, marcado para começar às 18h. O debate integra o ciclo de discussões Agenda Desafio 2009-2015 - Recursos Humanos para Inovação e Competitividade, que vem sendo promovido pela comissão.

O sucesso dos grandes eventos internacionais que o Brasil sediará nos próximos anos - como a Conferência Rio+20, em 2012, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 depende, em boa medida, do bom funcionamento da infraestrutura de transportes aéreos, conforme apontam especialistas. Espera-se que esses eventos tragam ao país milhares de turistas que deverão viajar entre várias cidades, demandando um grande tráfego aéreo. Nesse contexto, a formação de recursos humanos para o setor aeronáutico - seja de controladores de voo, pilotos, comissários de bordo ou funcionários dos aeroportos - é fundamental.

A crise aérea de 2006 e 2007 explicitou os problemas do setor. Em menos de um ano, dois grandes acidentes com aeronaves (em setembro de 2006 e julho de 2007) mataram quase 400 pessoas. No mesmo período, os controladores de voo fizeram operações padrão e paralisações exigindo melhores salários e melhores condições de trabalho - tais movimentos, aliados a problemas de funcionamento dos radares e da organização dos aeroportos, ocasionaram, durante alguns meses, constantes atrasos e cancelamentos de voos.

Duas comissões parlamentares de inquérito - uma no Senado e outra na Câmara - chegaram a ser criadas, para investigar as causas dos acidentes e dos transtornos à época. Também nesse período, teve início a discussão sobre a conveniência ou não de desmilitarizar o controle de tráfego aéreo.

Para discutir esse tema, foram convidados o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza; o diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), tenente-brigadeiro Ramon Borges Cardoso; o vice-presidente executivo de Organização e Recursos Humanos da Embraer, Hermann Ponte e Silva; e o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Ganem.

Transporte aquaviário

O debate na CI também focará desafios para ampliar o transporte aquaviário no Brasil. Conforme dados da Confederação Nacional do Transporte, não chega a 15% o volume de cargas transportadas pelo setor, apesar dos oito mil quilômetros de costa e dos diversos rios navegáveis no país. Devem analisar o tema o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, Fernando Antonio Brito Filho; e o vice-chefe do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Coppe/UFRJ, Luiz Felipe Assis.

A Comissão de Infraestrutura é presidida pelo senador Fernando Collor (PTB-AL). A audiência pública será aberta a qualquer pessoa interessada, no Plenário 13 da Ala Alexandre Costa do Senado

fonte:http://www.jornaldeturismo.com.br/noticias/legislativo/33306-pessoaltransporteaereo.html

Ismailon Moraes

sábado, 29 de maio de 2010

Estudo do Ipea traz dados e perspectivas para o transporte aéreo

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica aplicada) apresenta, na próxima segunda-feira, 31, às 10h, em Brasília, o Comunicado do Ipea n° 54: Panorama e perspectivas para o transporte aéreo no Brasil e no mundo. Parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro, o estudo aborda as principais questões que estão em evidência e que devem ter destaque nos próximos anos no setor de aviação civil. Apesar de ter foco no Brasil, o Comunicado apresenta também a história e o panorama mundial para o setor.

O texto traz dados sobre a história social, econômica e institucional da aviação civil no mundo, especialmente na segunda metade do século XX, além de uma análise doméstica e internacional dos principais indicadores econômicos e financeiros das empresas. O estudo também mostra a evolução das políticas públicas para o setor e as perspectivas e cenários para diversos aspectos relacionados ao transporte aéreo no Brasil, como a infraestrutura aeroportuária e de controle de tráfego, a aviação regional e a aviação cargueira.

Farão a apresentação o diretor de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura, Marcio Wohlers; a diretora de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais, Liana Carleial; o coordenador de Infraestrutura Econômica, Carlos Campos; o coordenador de Desenvolvimento Urbano, Bolívar Pêgo; e o assistente de pesquisa do Programa Nacional de Pós Doutorado (PNPD) Josef Barat.

O Comunicado faz parte de um conjunto amplo de estudos sobre o que tem sido chamado, dentro da instituição, de Eixos do Desenvolvimento Brasileiro: Inserção internacional soberana; Macroeconomia para o pleno emprego; Fortalecimento do Estado, das instituições e da Democracia; Infraestrutura e logística de base; Estrutura produtivo-tecnológica avançada e regionalmente articulada; Proteção social e geração de oportunidades; e Sustentabilidade ambiental.

A série nasceu de um grande projeto denominado Perspectivas do Desenvolvimento Brasileiro, que busca servir como plataforma de sistematização e reflexão sobre os desafios e as oportunidades do desenvolvimento nacional, de forma a fornecer ao Brasil o conhecimento crítico necessário à tomada de posição frente aos desafios da contemporaneidade mundial.

Os documentos sobre os eixos do desenvolvimento trazem um diagnóstico de cada campo temático, com uma análise das transformações dos setores específicos e de suas conseqüências para o País; a identificação das interfaces das políticas públicas com as questões diagnosticadas; e a apresentação das perspectivas que o setor deve enfrentar nos próximos anos, indicando diretrizes para (re)organizar a orientação e a ação governamental federal.

fonte:http://www.jornaldeturismo.com.br/noticias/aviacao/33259-estudodoipeatrazdadoseperspectivasparaotransporteaereonobrasilemundo.html

Ismailon Moraes