domingo, 2 de março de 2014

Shows populares marcam a primeira noite de carnaval em Teresina

Em apenas uma noite, o teresinense já mostrou que o carnaval 2014 promete ser um dos melhores dos últimos anos. Além das festas tradicionais espalhadas pela cidade, o grande destaque do sábado (01) foram os shows populares realizados na Avenida Marechal Castelo Branco.


De acordo com estimativas da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, mais de 10 mil pessoas passaram pela Marechal na noite de ontem. A festa começou com a apresentação da Banda Xenhenhem. Em seguida foi a vez do público curtir toda a swingueira do grupo Rapazona. Um forte esquema de segurança foi montado para garantir a tranquilidade do evento.

Além da festa na avenida, o sábado também foi marcado por outras manifestações populares, como o desfile do Capote da Madrugada e o bloco Sanatório Geral. Ambos recebem apoio da prefeitura, através da FMCMC.

A programação carnavalesca em Teresina segue hoje com mais atrações. Neste domingo o destaque será para o desfile dos blocos das comunidades. Na sequencia a Avenida Marechal Castelo Branco será palco de mais shows, com as atrações Janaína & Banda e Rosa Xote.

Para o presidente da FMCMC, Lázaro o Piauí, o primeiro dia de carnaval foi um sucesso de público e organização. “O teresinense está dando uma demonstração de que só viaja quando não tem opção. Este ano muita gente ficou porque está gostando da programação carnavalesca da capital”, afirma.


fonte: http://www.portalaz.com.br/

Famílias do Aeroporto de Teresina (PI) cobram informações sobre mudanças

Os moradores das avenidas Centenário e Campo Maior estão apreensivos



Os moradores das áreas que serão desapropriadas para a reforma do aeroporto de Teresina Senador Petrônio Portella, localizado na zona Norte, pedem que a prefeitura realize uma reunião com os donos de imóveis instalados na avenida Centenário e na avenida Campo Maior. Eles reclamam que não têm nenhum informação de como a desapropriação irá acontecer. 

"A gente não tem informação de nada. O decreto assinado pela prefeitura informa que a primeira área a ser desapropriada é a área A, mas a gente não sabe exatamente quais casas estão localizadas nela. Nós sabemos apenas que vamos sair, mas não temos informação de quando e nem para onde vamos. A prefeitura deveria fazer uma reunião com os moradores para especificar as áreas e dizer o que vai acontecer, quais as etapas da desapropriação. Como não há informações por parte da prefeitura, estamos buscando orientações com advogados", disse Sheila Maria, proprietária de frutaria na avenida Centenário.  

Desde o dia 24 de fevereiro, técnicos e assistentes sociais da prefeitura realizam visitas aos moradores do entorno do aeroporto para aplicarem um questionário sócio econômico. O objetivo é montar um relatório da situação social de cada morador, visto que há muitos casos diferentes, em que alguns moradores das regiões que deverão ser desapropriadas para a reforma do aeroporto não estão com a documentação em situação totalmente regular. Para a reforma, 162 imóveis residenciais e 19 comerciais na avenida Centenário serão desapropriados, além de 165 na avenida Campo Maior.

Para Sheila Maria, as perguntas feitas durante as visitas dos técnicos não contemplam as pessoas que possuem pontos de comércio ou uma microempresa. Ela relata que o questionário procura saber apenas sobre a questão sócio econômica de cada entrevistado, sem levar em consideração a situação dos empregados. 

"Eles não perguntam se as empresas estão organizadas, se o comerciante é registrado, o CNPJ, não pergunta nada em relação aos funcionários. No caso da frutaria da minha família, damos empregos para cinco pessoas. Eles possuem carteira assinada e dependem do emprego para sustentar suas famílias, mas, infelizmente, eu não posso dar  a eles uma informação precisa sobre o que vai acontecer", afirmou.  

Sheila conta ainda que os funcionários do seu estabelecimento comercial já pensam em pedir demissão. "Nós geramos emprego e renda, mas os funcionários estão preocupados com o destino deles. Às vezes, eles me perguntam para onde a gente vai e eu não sei responder, porque não tenho informação de nada. Eles pensam em pedir demissão e terei prejuízo com isso. Eu também não posso demiti-los, porque não tenho como pagá-los. Então, a gente tem que ter um tempo para se organizar", disse. 

Orla de Atalaia, em Luis Correia-PI, já está entregue ao abandono

Os piauienses tiveram que esperar pelo menos quatro anos pela conclusão da obra de urbanização e revitalização da orla de Atalaia, em Luís Correia, no valor de R$ 15 milhões. Ela foi iniciada no Governo Wellington Dias e concluída no Governo Wilson Martins. Uma série de erros no projeto levou o Ministério Público a pedir judicialmente a sua suspensão.
luis3.jpg
Em inspeção no local, o Conselho Regional de Engenharia (Crea) constatou que o material usado na obra era de qualidade inferior. Porém, depois de muitas idas e vindas, finalmente a Orla foi inaugurada em abril de 2011 como o mais novo cartão-postal do Piauí. Menos de três anos depois, no entanto, ela já enfrenta avançado processo de deterioração e abandono.
luis4.jpg
A urbanização da área, numa extensão de 1.800 metros, foi inaugurada com 14 barracões, 28 restaurantes e dois quiosques de apoio para o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar e atendimento ao turista, além de pavimentação reforçada das avenidas de acesso, banheiros públicos, posto de saúde, calçadão e estacionamento para 600 carros.
atalaia.jpg
Atalaia, a praia mais frequentada do litoral do Piauí, recebeu também iluminação noturna especial. No total, foram, instalados 18 postes de fibra, resistentes à maresia, e 22 refletores, cada um com 2 mil watts. Mas toda essa beleza ficou para trás. A praia está suja, no escuro e com os equipamentos se desgastando e se acabando.
Em vários pontos, a areia invade o calçadão e chega a cobrir os bancos de concreto construídos ao longo dele. Os banheiros ficam fechados, mesmo nos finais de semana. Alguns servem de depósito para guardar as cadeiras de plástico dos barraqueiros. O posto de saúde também fica permanentemente no cadeado.
luis6.jpg
O Governo do Estado e a Prefeitura de Luís Correia abandonaram completamente a orla. Se não são feitos com regularidade nem os serviços de limpeza e conservação, imagine os de Vigilância Sanitária. Poucos são os banheiros das barracas em condições de uso.
Em Teresina, o governo gasta meio milhão de reais por mês para manter limpa e em bom funcionamento a Nova Potycabana, permanentemente sob vigilância. Em Atalaia, onde o investimento foi maior, não existe uma só pessoa cuidando da orla.
luis1.jpg
luis2.jpg
luis5.jpg
Se, em suas andanças pelo litoral, o governador visitasse Atalaia, ela seguramente não estaria na situação em que se encontra.Ele não deixaria!

Turistas denunciam arrastão em casas de praia em Luis Correia (PI)

Turistas que viajaram para o litoral do Estado estão denunciando e reclamando da violência neste período de Carnaval.
Uma das denúncias repassadas ao 180graus é de um arrastão ocorrido na madrugada deste domingo (02/03) na praia Peito de Moça.
As informações dão conta de que pelo menos 16 casas foram invadidas durante a madrugada.
Uma das vítimas, que preferiu não ser identificada, afirmou que os bandidos entraram na residência onde ela está hospedada, levaram celulares e uma mala, onde havia apenas roupa.
"Eles jogaram em um terreno na casa vizinha, onde também tinham pessoas dormindo na varanda, mesmo assim eles entraram lá", afirmou a vítima.
A polícia foi comunicada sobre os assaltos, mas não há pistas sobre os suspeitos.